sexta-feira, 28 de novembro de 2008
terça-feira, 25 de novembro de 2008
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
UTILIDADE PÚBLICA. "LINFOMA. UM CÂNCER SILÊNCIOSO"
SE VOCÊ SE SENTE CANSADO E ESTÁ EMAGRECENDO.
COCEIRAS POR TODO O CORPO.
CAROÇOS NAS ÁXILAS E SEIOS.
CUIDADO!
PROCURE UM MÉDICO!
ISSO PODE SER UM CÂNCER.
VEJA DEMAIS SINTOMAS E SAIBA COMO PROCEDER.
ACESSEM O SITE.
WWW. ABRALE.ORG.BR
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sábado, 22 de novembro de 2008
45 MINUTOS EM UM PONTO DE ÔNIBUS NA VILA RÉ
POR ONDE ANDA A SP-TRANS?
ESTÁ SE TORNANDO CADA VEZ MAIS DIFÍCIL A VIDA DE TRABALHADORES E MORADORES DA VILÁ RÉ. EM DIAS NORMAIS, DE SEGUNDA A SEXTA, MORADORES NÃO CONSEGUEM EMBARCAR EM MICRO-ONIBUS COM DESTINO AO METRO PATRIARCA NAS IMEDIAÇÕES DA CALIM EID, RUA NHATUMANI. JÁ NOS FINAIS DE SEMANA, ESTAS DITAS CONDUÇÃO, DESAPARECEM. SOFRI NA PELE HOJE DIA 22/11/08. DAS 04H45 ATÉ AS 05H25 PLANTANO EM UM PONTO NA NHATUMANI E, POR TER DE ENTRAR AS 06HS EM SERVIÇO, TIVE DE ME SERVIR DE UM TÁXI ATÉ O METRO.
É UM ABSURDO E UM DESCASO TOTAL PARA COM O MUNÍCIPE.
COM A PALAVRA. MORADORES E SP-TRANS
ESTÁ SE TORNANDO CADA VEZ MAIS DIFÍCIL A VIDA DE TRABALHADORES E MORADORES DA VILÁ RÉ. EM DIAS NORMAIS, DE SEGUNDA A SEXTA, MORADORES NÃO CONSEGUEM EMBARCAR EM MICRO-ONIBUS COM DESTINO AO METRO PATRIARCA NAS IMEDIAÇÕES DA CALIM EID, RUA NHATUMANI. JÁ NOS FINAIS DE SEMANA, ESTAS DITAS CONDUÇÃO, DESAPARECEM. SOFRI NA PELE HOJE DIA 22/11/08. DAS 04H45 ATÉ AS 05H25 PLANTANO EM UM PONTO NA NHATUMANI E, POR TER DE ENTRAR AS 06HS EM SERVIÇO, TIVE DE ME SERVIR DE UM TÁXI ATÉ O METRO.
É UM ABSURDO E UM DESCASO TOTAL PARA COM O MUNÍCIPE.
COM A PALAVRA. MORADORES E SP-TRANS
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
DENGUE.

Sem caso de dengue há 5 meses, São Paulo se prepara para o verão
Com a proximidade do verão e do período de chuvas, a Prefeitura intensifica sua vigilância permanente contra o mosquito Aedes aegypti, vetor da doença. A idéia é manter os bons resultados alcançados - os casos têm caído e desde junho deste ano não é registrado novo caso na cidade.
A proximidade do verão, as altas temperaturas e a ocorrência de chuvas formam as condições propícias à proliferação do Aedes aegypti, vetor da doença da dengue. Por isso, a Prefeitura intensifica sua vigilância permanente contra o mosquito. A idéia é manter os bons resultados nesta guerra – os casos de dengue têm caído e desde junho não é registrado novo caso na cidade.A ação intensficada de controle da dengue ocorre de 17 a 29 de novembro, com atividades de prevenção e orientação em todas as regiões da Cidade. Agentes de zoonoses e agentes comunitários, com apoio de funcionários das Subprefeituras, farão mutirões de cata-bagulho; limpeza de córregos; visitas de casa em casa; distribuição de telas protetoras de caixas d’água; vistoria em pontos estratégicos (borracharias, desmanches); palestras e vídeos educativos em escolas, teatro, pedágios, carreatas e gincanas.A responsável pela ação é a Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), em parceria com a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras. O objetivo é orientar o maior número de munícipes sobre a importância de eliminar os focos de desenvolvimento do Aedes aegypti.O esforço dos agentes nas ruas será complementado com a divulgação de ampla campanha de comunicação alertando a população para os riscos da doença e a prevenção necessária. Como cerca de 80% dos focos do mosquito são encontrados nas residências, é imprescindível a adesão da população.Número de casos teve queda abruptaOs casos de dengue em São Paulo caem desde o início do ano. Desde julho, não há registro de casos autóctones - com transmissão local - na Cidade. Enquanto em 2007 foram registrados 2.624 casos autóctones na capital, de janeiro a junho deste ano foram apenas 214 registros.A ausência de casos de transmissão local reflete fatores como a contratação de agentes de controle de zoonozes e a participação dos agentes comunitários do programa Saúde da Família (PSF) na eliminação de criadouros do mosquito e orientações à população.Em novembro de 2007, 5.700 agentes comunitários do PSF foram capacitados para atuar na repressão à doença, complementando o trabalho realizado pelos 2,5 mil agentes de zoonoses. O trabalho feito com as Subprefeituras também é importante. As chamadas Operações Cata-Bagulho retiraram, entre janeiro e abril de 2008, 6,5 mil toneladas de entulho das ruas paulistanas, após 221 ações desse tipo.Além disso, de acordo com Censo Larvário, o número de larvas do Aedes aegypti em São Paulo neste ano é quatro vezes menor que em 2007. Foram encontradas larvas em apenas 0,06% dos imóveis visitados – em 2007, o índice foi de 0,24%. O Ministério da Saúde recomenda que o índice predial não ultrapasse 1%.O local onde mais foram encontradas larvas são potinhos, latas, garrafas e frascos. Em segundo, estão os pratos para vasos de plantas e os vasos que recebem plantas como orquídeas e bromélias. Caixas d'água, antigamente um dos maiores redutos, hoje são apenas o sexto lugar com mais larvas do mosquito. Segundo coordenadores do programa, este índice é resultado das campanhas de estímulo à sua vedação.Os números favoráveis, no entanto, não são motivo de relaxamento nos cuidados para evitar novos casos de dengue, alertam os técnicos. O trabalho é ininterrupto. “A participação de todos continua sendo decisiva para a não ocorrência de novos casos de dengue”, reforça a médica sanitarista Bronislawa de Castro, coordenadora do Programa Municipal de Vigilância e Controle da Dengue.Veja o que fazer para afastar o risco da dengue em sua casaPratos de vasos:Dentro de casa: colocar areia grossa.Fora de casa: retirar ou virar ao contrário.Tampinhas, latinhas e embalagens:Recolher em saco plástico, fechar bem e colocar no lixo.Cobrir ou guardar em local protegido da chuva, se for para reciclagem.Garrafas, baldes e vasos vazios:Virar com a boca para baixo.Cobrir e colocar em local protegido da chuva.Bebedouros de animais domésticos:Lavar diariamente com bucha e sabão.Lavar e guardar antes de viajar.Caixas d'água:Verificar a tampa e trocar se estiver quebrada. Lavar e esfregar as paredes.Se não puder comprar outra, coloque ao menos uma touca protetora.Calhas:Desentupir e limpar para a água correr livremente.Lajes:Retirar água acumulada após a chuva.Corrigir o nível da laje para não formar poças.Cacos de vidro em muros:Revisar pontos de acúmulo de água e quebrar os que acumulam o líquido.Bromélias, Espadas de São Jorge e outras plantas que acumulam água:Tirar a água das folhas. Colocar água só na terra.Retirar as plantas das áreas externas da casa.Pneus usados:Furar ou jogar sal, cobrir ou colocar em local protegido da chuva.Entregar aos agentes da Operação Cata-Bagulho.Piscinas:Clorar a água.Manter coberta quando não estiver em uso.Entulhos de obras (canos, latas de tinta, restos de telhas ou ladrilhos, peças de banheiro e outros):Destinar ao lixo reciclável ou à Operação Cata-Bagulho.Cobrir e colocar em local coberto.
A proximidade do verão, as altas temperaturas e a ocorrência de chuvas formam as condições propícias à proliferação do Aedes aegypti, vetor da doença da dengue. Por isso, a Prefeitura intensifica sua vigilância permanente contra o mosquito. A idéia é manter os bons resultados nesta guerra – os casos de dengue têm caído e desde junho não é registrado novo caso na cidade.A ação intensficada de controle da dengue ocorre de 17 a 29 de novembro, com atividades de prevenção e orientação em todas as regiões da Cidade. Agentes de zoonoses e agentes comunitários, com apoio de funcionários das Subprefeituras, farão mutirões de cata-bagulho; limpeza de córregos; visitas de casa em casa; distribuição de telas protetoras de caixas d’água; vistoria em pontos estratégicos (borracharias, desmanches); palestras e vídeos educativos em escolas, teatro, pedágios, carreatas e gincanas.A responsável pela ação é a Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), em parceria com a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras. O objetivo é orientar o maior número de munícipes sobre a importância de eliminar os focos de desenvolvimento do Aedes aegypti.O esforço dos agentes nas ruas será complementado com a divulgação de ampla campanha de comunicação alertando a população para os riscos da doença e a prevenção necessária. Como cerca de 80% dos focos do mosquito são encontrados nas residências, é imprescindível a adesão da população.Número de casos teve queda abruptaOs casos de dengue em São Paulo caem desde o início do ano. Desde julho, não há registro de casos autóctones - com transmissão local - na Cidade. Enquanto em 2007 foram registrados 2.624 casos autóctones na capital, de janeiro a junho deste ano foram apenas 214 registros.A ausência de casos de transmissão local reflete fatores como a contratação de agentes de controle de zoonozes e a participação dos agentes comunitários do programa Saúde da Família (PSF) na eliminação de criadouros do mosquito e orientações à população.Em novembro de 2007, 5.700 agentes comunitários do PSF foram capacitados para atuar na repressão à doença, complementando o trabalho realizado pelos 2,5 mil agentes de zoonoses. O trabalho feito com as Subprefeituras também é importante. As chamadas Operações Cata-Bagulho retiraram, entre janeiro e abril de 2008, 6,5 mil toneladas de entulho das ruas paulistanas, após 221 ações desse tipo.Além disso, de acordo com Censo Larvário, o número de larvas do Aedes aegypti em São Paulo neste ano é quatro vezes menor que em 2007. Foram encontradas larvas em apenas 0,06% dos imóveis visitados – em 2007, o índice foi de 0,24%. O Ministério da Saúde recomenda que o índice predial não ultrapasse 1%.O local onde mais foram encontradas larvas são potinhos, latas, garrafas e frascos. Em segundo, estão os pratos para vasos de plantas e os vasos que recebem plantas como orquídeas e bromélias. Caixas d'água, antigamente um dos maiores redutos, hoje são apenas o sexto lugar com mais larvas do mosquito. Segundo coordenadores do programa, este índice é resultado das campanhas de estímulo à sua vedação.Os números favoráveis, no entanto, não são motivo de relaxamento nos cuidados para evitar novos casos de dengue, alertam os técnicos. O trabalho é ininterrupto. “A participação de todos continua sendo decisiva para a não ocorrência de novos casos de dengue”, reforça a médica sanitarista Bronislawa de Castro, coordenadora do Programa Municipal de Vigilância e Controle da Dengue.Veja o que fazer para afastar o risco da dengue em sua casaPratos de vasos:Dentro de casa: colocar areia grossa.Fora de casa: retirar ou virar ao contrário.Tampinhas, latinhas e embalagens:Recolher em saco plástico, fechar bem e colocar no lixo.Cobrir ou guardar em local protegido da chuva, se for para reciclagem.Garrafas, baldes e vasos vazios:Virar com a boca para baixo.Cobrir e colocar em local protegido da chuva.Bebedouros de animais domésticos:Lavar diariamente com bucha e sabão.Lavar e guardar antes de viajar.Caixas d'água:Verificar a tampa e trocar se estiver quebrada. Lavar e esfregar as paredes.Se não puder comprar outra, coloque ao menos uma touca protetora.Calhas:Desentupir e limpar para a água correr livremente.Lajes:Retirar água acumulada após a chuva.Corrigir o nível da laje para não formar poças.Cacos de vidro em muros:Revisar pontos de acúmulo de água e quebrar os que acumulam o líquido.Bromélias, Espadas de São Jorge e outras plantas que acumulam água:Tirar a água das folhas. Colocar água só na terra.Retirar as plantas das áreas externas da casa.Pneus usados:Furar ou jogar sal, cobrir ou colocar em local protegido da chuva.Entregar aos agentes da Operação Cata-Bagulho.Piscinas:Clorar a água.Manter coberta quando não estiver em uso.Entulhos de obras (canos, latas de tinta, restos de telhas ou ladrilhos, peças de banheiro e outros):Destinar ao lixo reciclável ou à Operação Cata-Bagulho.Cobrir e colocar em local coberto.
FALTA TRANSPORTE PARA OS MORADORES..
MORADORES DA VILA RÉ, SOFREM UM GRANDE PROBLEMA.
A FALTA DE TRANSPORTE COLETIVO.
MORADORES QUE SE SERVEM DE MICRO-ONIBUS COM DESTINO AO METRO PATRIARCA, SOFREM EM HORÁRIO DE PICO DA MANHÃ PARA EMBARCAR
NESTE MEIO DE TRANSPORTE.
PESSOAS QUE TENTAM EMBARCAR NAS RUAS.DR. JOSÉ DO AMARAL PRÓXIMO A PADARIA LISBOA E RUA NHATUMANI, NÃO TEM COMO EMBARCAR
NESTE MEIO DE TRANSPORTE, DEVIDO OS MESMOS JÁ VIREM DE SEU PONTO INÍCIAL LOTADOS.
SÃO INUMERAS AS PESSOAS QUE SOFRE COM ISSO.
SÃO OS MORADORES DAS RUAS .NAMÉ, IMPATÁ, SÃO SERAPIÃO, MUNICIPAL E
TODA A ADJACÊNCIA .
ATÉ QUANDO TEREMOS ESTE PROBLEMA?
COM A PALAVRA, MORADORES E SPTRANS
A FALTA DE TRANSPORTE COLETIVO.
MORADORES QUE SE SERVEM DE MICRO-ONIBUS COM DESTINO AO METRO PATRIARCA, SOFREM EM HORÁRIO DE PICO DA MANHÃ PARA EMBARCAR
NESTE MEIO DE TRANSPORTE.
PESSOAS QUE TENTAM EMBARCAR NAS RUAS.DR. JOSÉ DO AMARAL PRÓXIMO A PADARIA LISBOA E RUA NHATUMANI, NÃO TEM COMO EMBARCAR
NESTE MEIO DE TRANSPORTE, DEVIDO OS MESMOS JÁ VIREM DE SEU PONTO INÍCIAL LOTADOS.
SÃO INUMERAS AS PESSOAS QUE SOFRE COM ISSO.
SÃO OS MORADORES DAS RUAS .NAMÉ, IMPATÁ, SÃO SERAPIÃO, MUNICIPAL E
TODA A ADJACÊNCIA .
ATÉ QUANDO TEREMOS ESTE PROBLEMA?
COM A PALAVRA, MORADORES E SPTRANS
CIDADE A.E CARVALHO MERECE ATENÇÃO
TANTOS SÃO OS PROBLEMAS EXISTENTES AINDA NESTA REGIÃO.
TEMOS COMO EXEMPLO, A FALTA DE SANEAMENTO BÁSICO AO LONGO DA AVENIDA CAETETU. LÁ EXISTE UM ESGOTO A CÉU ABERTO. APÓS UMA ÁREA SER INVADIDA NAS PROXIMIDADES DESTE CÓRREGO, VEMOS ESGOTOS SENTO DESPEJADOS DENTRO DESTE CORREGO. MATO QUE TOMA CONTA DA BEIRADA DO MESMO, CRIAÇÃO DE RATOS E MOSQUITOS.
A.E. CARVALHO, MERECE ATENÇÃO !
COM TODA SUA POPULAÇÃO, AINDA NÃO POSSUI UM POSTO DE SAÚDE. QUEM PRECISAR DE UM, TEM DE SE SERVIR DO POSTO DE SAÚDE DE VILA REGINA OU IR ATÉ UM PRÓXIMO ARTHUR ALVIN.
COM A PALAVRA.........
TEMOS COMO EXEMPLO, A FALTA DE SANEAMENTO BÁSICO AO LONGO DA AVENIDA CAETETU. LÁ EXISTE UM ESGOTO A CÉU ABERTO. APÓS UMA ÁREA SER INVADIDA NAS PROXIMIDADES DESTE CÓRREGO, VEMOS ESGOTOS SENTO DESPEJADOS DENTRO DESTE CORREGO. MATO QUE TOMA CONTA DA BEIRADA DO MESMO, CRIAÇÃO DE RATOS E MOSQUITOS.
A.E. CARVALHO, MERECE ATENÇÃO !
COM TODA SUA POPULAÇÃO, AINDA NÃO POSSUI UM POSTO DE SAÚDE. QUEM PRECISAR DE UM, TEM DE SE SERVIR DO POSTO DE SAÚDE DE VILA REGINA OU IR ATÉ UM PRÓXIMO ARTHUR ALVIN.
COM A PALAVRA.........
TERRENO ABANDONADO NA VILA CAMPANELLA
EM VILA CAMPANELLA, QUE FICA ENTRE A CIDADE A.E CARVALHO E ITAQUERA ZONA LESTE DE SÃO PAULO, ENTRE AS RUAS MANOEL RIBAS X ANA MARQUES, EXISTE UM TERRENO ABANDONADO. SEGUNDO MORADORES, ESTE TERRENO PERTENCE A PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO. ESTÁ LÁ COMO UM DEPÓSITO DE LIXO E ESCONDERIJO DE BANDIDOS. OS POPULARES DA REGIÃO PEDEM UMA PROVIDÊNCIA DA SUB=PREFEITURA DE ITAQUERA, PARA QUE ELES POSSAM SE SENTIREM MAIS SEGUROS. ESTE TERENO TAMBÉM, PODERIA ESTAR SENDO UTILIZADO PARA A CONSTRUÇÃO DE UM POSTO DE SAÚDE OU, SER CEDIDO AOS MORADORES PARA CONSTRUÇÃO DE UMA HORTA COMUNITÁRIA.
APONTE UM PROBLEMA EM SEU BAIRRO.
Para que todo munícípe possa apontar uma irregularidade em seu bairro, basta enviar sua denúncia por e-mail e fotos das irregularidades.
Buracos, Falta de iluminação pública, terrenos abandonados enfim, tudo aquilo que a prefeitura possa estar interferindo para melhorias.
Buracos, Falta de iluminação pública, terrenos abandonados enfim, tudo aquilo que a prefeitura possa estar interferindo para melhorias.
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